Poesias versos e outras epifanias sentidas

Poesia é brincadeira sem ti

AB em Cio uma palavra

Pra ver se parto com estranheza

Um com partir de todos sentidos

Fico só.

Eu e a poesia.

Pois é…

Poesia é brincar de com-par-trilhar sentidos.

Sem ti, sem rir.

Poetando

Eu não escrevo, se escrevesse não gozaria nada

Eu sou um poeteiro

Poeto e gozo com versos

Poetar é se despir do pensamento e gozar descobertas.

Descobertas encobertas

Abre os teus versos em sentidos

Goza e faz tremer as pernas

Poesia que não faz tremer é conversa.

Pra que serve a poesia?

Pra palavra-ser-sim

Pra versão de mim

Pra re(ver/-so) em té

Inté o verso rever-se em mais do que palavras

A poesia é di-ver-se fica são…

Regras do Parafalarfazerar

No meu disseomário

Verbo é tempestade em presença

Sujeito é absolutamente sintético

Pratica-mente objeto-direto meditante

Minha partícular idade é ter verbor-amor-gia

Em ponto final, eu acrescento sol em melodia

eu reticências…

Tu LEITOR-to

Nasci no tempo em coração


Quando te pari você veio ao mundo entre os meus braços

Era assim um coração bantendo em laços

Um agarro próprio entre as pernas e os dedos

Só dei por mim quando pisei no mundo em tempo certo

Já quando nem sei que mundo ou que horas eram

É que justamente quando ouvi que mundo tem rítmo variado

Eu nasci quando aprendi a amar


Mário Fialho

About The Author

Mario Fialho

Mário Fialho é pai do Miguel Luz, professor na multiversidade, clínica e escola em Niterói. Vive dedicado a escrever, ensinar e a cuidar de tudo que é bom, belo e verdadeiro com simplicidade. E agradece a sua visita.

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