ATO MÉDICO E A CAMA DE PROPRUSTO

É uma lástima que estejamos num momento tão dramático para a arte de cuidar no seu sentido maior em razáo da legislaçáo que define ato médico. O a lei que pretende a impossivel tarefa de definir os limaes da arte que está na cultura de cada povo, de cada regiáo, na tentativa de definir práticas exclusivas dos profissionais médicos de saúde.

A medicina na lei, disputa o espaço profissionais com as equipes muntidisciplinar com enfermerios, tecnicos de saúde, terapeutas, pscicologos, fisiogerapeutas. Todos saimos perdendo, a medicina no pais já é ruim demais pra perdemos tempo com isso. Precisamos da multiplicdade, precisamos de educaçao de sa]ude basica que posa dar discernimento ao cliente na hora de escolher o seu profissional de sa[ude. Quanto náo sao os que se formam e todos os dias vemos refens dos médicos que se forma e o resultado crescente de impericia médica ou erro médico, o que é esse elefante branco chamado erro médico, ou será um elefante vermelho?
A lei de ato médico não vai “pegar” nasce fadada ao fracasso mesmo sendo aplicada nos moldes em que vem sendo discutida. O debate maior é mesmo entre médicos e enfermeiros, que na prática dos hospitais acabam dando, vendendo e muitas vezes traficando drogas dentro dos hospitais.

No campo das doenças da alma, os chamados remédios de ultima geração são e o famoso rivotril é o remédio mais consumido no pais Imagine o trafico de remédios falsos, genéricos e ou mesmo farinha que é tomada no lugar de um remédio seguro. A diferença de preços é terrível e para os médicos sérios fica ainda mais difícil.

Médicos tem hoje salários muito ruins e trabalham em condições péssimas nos planos de saúde. Eu não consigo imagina um atendimento que custe 20-30 reais sendo realizado dignamente, com raras exceções.

As velhas leis do capital marxista, seguros saúde retiraram do seu praticante os meios de trabalho, MÉDICOS SE TORNARAM MEROS DISTRIBUIDORES DAS INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS.

O o que isso tem a ver com a prática da acupuntura? Em busca de uma legalização que garantisse aos fisioterapeutas com pós-graduação o exercicio da acupuntura, estamos dando um tiro no pé, nós não fisioterapeutas,, os praticantes tradicionais, que aprenderam com seus antepassados japoneses ou chineses, que tiveram formaçòes tradicionais se vêem obrigados a estudar anatomia ocidental para pratica anatomia.

A questão pode ser exemplifica com o paralelo com a biologia: assim com a biodiversidade é fundamental para a segurança ambiental, a capacidade de lidar com pragras e resistencia de uma floresta é a sua diversdide. Assim também, podemos dizer que a medicina chinesa vive com sua multiplas ramos e pequenos riachos. Mais uma vez, entetanto, cedemos a um padrão, uma verdadeira cama do “prepusto”, onde, cada um que deita, ou tem sua perna esticada, ou tem sua perna cortata, pois todos deveriam caber na sua cama.

Uma lástima que a a politica brasileira seja desinterassada de soluções baratas e nossos lobistas agem mal junto aos nossos chamados representantes.

Eu continuo, enfim, defendendo a acupuntura-arte, a que so pode se encontrada na transmissão sincera de um praticante comprometido. Ouso citar que quando o praticante está certo o mestre aparece.

Enfim, vamos seguindo, buscando consolidar a acupuntura brasileira, que há de se tornar um mix de tudo que temos de bom, nossa tradições africanas, nordestinas, indigenas e tudo mais que há nessa terra brasilis.

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Mario Fialho

Mário Fialho é pai do Miguel Luz, professor na multiversidade, clínica e escola em Niterói. Vive dedicado a escrever, ensinar e a cuidar de tudo que é bom, belo e verdadeiro com simplicidade. E agradece a sua visita.

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